Estava lendo uma entrevista excelente na Fast Company com o Mark Bertolini, CEO da Oscar Health, sobre como fazer a saúde finalmente funcionar para todo mundo. Ele bate muito na tecla de que o grande erro do setor é a complexidade. A saúde se tornou um emaranhado de burocracias, onde o paciente e o profissional muitas vezes ficam perdidos em processos que não geram valor real.

Essa provocação me fez olhar direto para a nossa realidade no laboratório.
Se pararmos para analisar, a fase pré-analítica tradicional é um dos ambientes mais complexos e propensos a falhas. São dezenas de regras manuais, conferências visuais e papéis que geram estresse na equipe e aumentam o risco de não conformidades. Se queremos um setor eficiente, o primeiro passo é descomplicar a ponta.
A tecnologia que remove o peso do processo
O que Bertolini defende (e que eu assino embaixo como gestor de tecnologia) é que a inovação não deve servir para criar mais etapas, mas para tornar as coisas invisíveis e fluidas.
É com essa mentalidade que o eTrack foi desenhado. Ele não é mais um sistema para engessar o trabalho do coletor. Pelo contrário, ele entra para simplificar:
- Orientação Clara: O sistema guia o profissional de forma intuitiva, eliminando a necessidade de memorizar regras complexas de fluxo.
- Segurança Invisível: As validações acontecem em tempo real no ecossistema digital, servindo como uma rede de proteção que impede o avanço de um erro sem que a equipe precise parar tudo para auditar papéis.
- Foco no que Importa: Ao limpar o ruído burocrático e manual da coleta, o profissional ganha tempo para fazer o que faz de melhor: cuidar do paciente com atenção e precisão.
Menos fricção, mais resultado
O futuro da saúde pertence às soluções que resolvem problemas complexos entregando simplicidade. O laboratório que ainda insiste em processos analógicos e descentralizados está cobrando um preço alto da sua equipe e da sua eficiência financeira.
Descomplicar o processo não é apenas uma meta de gestão; é a única forma de garantir segurança e escala no mercado atual.
Para ler a entrevista completa da Fast Company e entender essa visão sobre o futuro da saúde, clique aqui. Vale muito a reflexão para quem quer liderar a transformação no nosso setor.
Um abraço,
Leonardo Lippel Gerente Comercial e Tecnologia – Greiner Bio-One

