Eu estava lendo um artigo recente sobre como o varejo alimentar está se transformando, e uma frase me chamou a atenção: “Desperdício e rastreabilidade são os dois pilares que definem o novo varejo”.

Pode parecer um mundo distante do laboratório, mas a provocação é a mesma. No varejo, o erro na rastreabilidade gera perda de alimentos e prejuízo financeiro. No laboratório, a falta de rastreabilidade gera recoletas, desperdício de insumos e, no limite, um risco desnecessário ao paciente.
Se o varejo está usando a tecnologia para garantir que o alimento chegue fresco e seguro à mesa, por que ainda aceitamos processos manuais e “cegos” na fase pré-analítica da saúde?
O artigo do Mercado&Consumo deixa claro que não se trata apenas de “saber onde o produto está”, mas de usar essa informação para evitar perdas. Transportando isso para a nossa realidade na Greiner Bio-One, vejo que o combate ao desperdício laboratorial passa novamente pela nossa tríade:
- Pessoas: Uma equipe que entende que cada tubo rastreado é um recurso economizado.
- Processos: Fluxos que eliminam gargalos onde o “produto” (a amostra) costuma se perder ou degradar.
- Tecnologia: O eTrack entrando como o “olho digital” que o varejo alimentar já entendeu ser obrigatório.
No varejo, rastreabilidade é sobrevivência. No laboratório, é eficiência e segurança. Quando digitalizamos a jornada da amostra, estamos combatendo o desperdício de tempo da equipe, de tubos, de reagentes e, principalmente, combatendo o retrabalho.
Se você quer ver como a rastreabilidade que já é tendência no varejo pode blindar a operação do seu laboratório, vale a pena olhar para o que estamos fazendo com o eTrack.
O link para o artigo completo sobre o varejo está aqui: Desperdício e Rastreabilidade — vale a leitura para abrir a mente.
Um abraço,
Leonardo Lippel
Gerente Comercial e Tecnologia – Greiner Bio-One

