Recentemente, li uma notícia na Wired que me fez refletir: o Terminal Bloomberg, a ferramenta mais tradicional e poderosa do mercado financeiro, está passando por um “banho de loja” com Inteligência Artificial.

Para quem não conhece, o Bloomberg é um ecossistema de dados massivo onde cada segundo conta e o erro pode custar milhões. Agora, imagine o desafio de integrar IA em algo tão crítico e consolidado.
Aí eu te pergunto: se até o padrão ouro das finanças está evoluindo para lidar com a complexidade dos dados, por que a pré-analítica laboratorial ainda deveria se contentar com o “jeito de sempre”?
O paralelo entre a Bolsa e a Coleta
No mercado financeiro, o problema não é a falta de informação, é o excesso dela. O desafio é filtrar o que importa para tomar a decisão certa. No laboratório, o desafio é parecido. Temos milhares de amostras, centenas de técnicos e dezenas de variáveis de tempo e temperatura.
A lição que o “makeover” da Bloomberg nos deixa é clara: a tecnologia não serve para substituir o profissional, mas para limpar o ruído.
Voltando à nossa tríade:
- Pessoas: Precisam de clareza, não de sobrecarga.
- Processos: Devem ser fluidos, mas com travas invisíveis.
- Tecnologia: É o que transforma esse mar de dados em uma ação segura.
A tecnologia como filtro de eficiência
No eTrack, seguimos essa mesma filosofia. Assim como a IA no Bloomberg ajuda o operador a não se perder em números, o nosso sistema ajuda o coletor e o gestor a não se perderem em processos manuais. O objetivo é o mesmo: precisão. Se o mundo das finanças, que é extremamente rígido, entendeu que o futuro é digital e assistido, o laboratório que ainda depende de conferências visuais e papéis está operando no passado.
Eficiência não é apenas fazer rápido, é fazer certo com o suporte da ferramenta correta.
Para quem quiser ver a matéria original da Wired e entender como os grandes estão se movendo, clique aqui.
Um abraço,
Leonardo Lippel
Gerente Comercial e Tecnologia – Greiner Bio-One

