Todo mundo fala sobre ESG (Ambiental, Social e Governança) hoje em dia. Mas como aplicar isso na prática, especialmente na correria da fase de coleta laboratorial?

Se pararmos para pensar, a quantidade de formulários térmicos, guias e papéis impressos diariamente em um laboratório é gigantesca. E o impacto não para por aí: o descarte de tubos e reagentes por vencimento ou erros de processo também pesa muito na balança ambiental.
Digitalizar a rastreabilidade não é mais apenas uma questão de inovação ou de segurança do paciente – é uma atitude de responsabilidade. O conceito de laboratório “paperless” ataca esse problema de frente, gerando impacto em três frentes essenciais:
Fim do papel: Substituição de pilhas de formulários físicos por fluxos 100% digitais, direto na tela do aplicativo.
Redução de desperdício: Controle rigoroso de estoque e rastreabilidade que evita o descarte desnecessário de materiais plásticos e insumos vencidos.
Pegada de carbono: Menos erros na pré-analítica significam menos recoletas. Menos recoletas significam menos logística, transporte e gasto de recursos.
Onde a tecnologia entra?
Como gestor de tecnologia, vejo que grandes redes laboratoriais já estão sendo fortemente cobradas por métricas de sustentabilidade. A tecnologia atua como a ponte para essa transição.
Quando você adota um sistema digital robusto para guiar a coleta, você não está apenas modernizando o processo; você está ativamente blindando a sua operação contra o desperdício. O sistema garante que a regra seja seguida, otimizando o uso de cada material e eliminando a dependência do analógico.
Menos papel, menos lixo, mais eficiência.
Se você quer entender como levar a sua operação para o modelo “paperless” e alinhar seu laboratório às metas de ESG, conheça mais sobre o Greiner Bio-One eTrack.
Um abraço,
Leonardo Lippel
Gerente Comercial e Tecnologia – Greiner Bio-One

